sábado, 22 de maio de 2010

meu devir. qual de quais? em quais becos, em quais casas, em quais ruas. permaneço transeunte das madrugadas, agora sem a vastidão de pensamentos e balé debaixo de postes. "impermanente"(risos), embora com raízes tão fixas que não permitam a mobilidade. imóvel, embora com os olhos funcionando feito faróis a observar longas estradas. sem estadia, sem morada. canceriano carregando a casa nas costas.

Um comentário:

MAILSON FURTADO disse...

Parabéns pelo espaço caprichado...

Belo post!

Visite, acompanhe e conheça o meu...
http://mailsonfurtado.blogspot.com

Grato!